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Perdoar não é esquecer!

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“Permaneça alerta: onde um homem caiu é exatamente onde qualquer outro pode cair. Força desprotegida é dupla fraqueza.” Oswald Chambers

Todo mundo erra. E como eu lido com o erro dos outros? Talvez alguns dos maiores obstáculos ao desenvolvimento humano sejam a crítica, o boato, a depreciação. Toda crítica é destrutiva. Quem ama admoesta. É diferente. Crimes implicam em que seja feita justiça. Mas, quando a questão é pessoal, eu digo: ‘perdoei, mas não quero ver nunca mais’. À frente, pode não haver a mesma amizade, mas não devo guardar rancor: isso adoece. Julgar também é erro. Sou implacável com os outros? Ou deixo pra lá? Depende de quanto perdi, do quanto fui ofendido, de quanto doeu? Assumo culpa que não é minha? Tento esquecer? Perdoar não é esquecer. Se fosse, pediria agora amnésia instantânea. E os meus erros, hein? Se acho que estou de pé, posso ter uma queda pior do que o outro.

Perdoar é lembrar sem sentir dor. Você não consegue sozinho? Nem eu. Perdão que cura só pode ser conseguido através da graça dAquele que perdoou o imperdoável: Jesus.

[via jovensimg@gmail.com]


Ingratos não perdoam!

  

“Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo. Efésios 4:32

Perdão é um assunto muito abordado na Bíblia, afinal nós cristãos temos que amar o próximo e perdoar tem que fazer parte da nossa vida. E é muito fácil falar sobre perdão. É fácil dizer para os outros que é preciso perdoar, que não podemos guardar mágoa. Realmente é fácil falar, mas quando acontece com a gente, as vezes não é tão fácil, de imediato. Quando alguém nos ofende, ou nos machuca, ou nos magoa é difícil esquecer tão rápido. Afinal ninguém gosta de ser ofendido ou ficar magoado, não é verdade? Se foi alguém especial então machuca ainda mais la dentro. Se foi alguém que não temos simpatia então, ai é mais difícil ainda. Não é fácil mesmo perdoar, mas temos que fazê-lo.

Em Mateus, Capítulo 18, a partir do versículo 21 até o 35 diz assim:

Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete?
Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete.
Por isso o reino dos céus pode comparar-se a um certo rei que quis fazer contas com os seus servos;
E, começando a fazer contas, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos;
E, não tendo ele com que pagar, o seu senhor mandou que ele, e sua mulher e seus filhos fossem vendidos, com tudo quanto tinha, para que a dívida se lhe pagasse.
Então aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Senhor, sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.
Então o senhor daquele servo, movido de íntima compaixão, soltou-o e perdoou-lhe a dívida.
Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos, que lhe devia cem dinheiros, e, lançando mão dele, sufocava-o, dizendo: Paga-me o que me deves.
Então o seu companheiro, prostrando-se a seus pés, rogava-lhe, dizendo: Sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.
Ele, porém, não quis, antes foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida.
Vendo, pois, os seus conservos o que acontecia, contristaram-se muito, e foram declarar ao seu senhor tudo o que se passara.
Então o seu senhor, chamando-o à sua presença, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste.
Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti?
E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que devia.
Assim vos fará, também, meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas.
Mateus 18:21-35

Essa parábola expressa bem o que foi feito na cruz por nós. Mas as você diz: “Kendi, essa é uma história sobre perdão, não está falando sobre a cruz! Só está ensinando a importância de perdoar.”

Veja bem, o Rei é Deus. Nós somos os servos. E a dívida é o nosso pecado. Por Adão o pecado entrou no mundo e isso corrompeu o homem e o homem passou a ser pecador. Aos olhos de Deus, nós não poderíamos ser justificados, pois estávamos cheios de pecado. Mas como diz na parábola, Deus que é o Rei, movido de íntima compaixão, nos amou tanto que enviou seu Filho unigênito para morrer em nosso lugar. Para que todo aquele que nele crer não pereça mas tenha a vida eterna. Então agora nós somos justificados pela fé em Cristo Jesus e se nos arrependermos de nossos pecados ele nos perdoa. E aqui acaba a primeira parte da história do servo que somos nós.

Ai agora que somos perdoados, muitas vezes nos esquecemos da Graça de Deus sobre nossa vida. Como o servo saiu pelas ruas, nós continuamos nossa vida cristã e vamos vivendo. Então ai chega alguém e nos ofende, ou machuca, ou magoa. Ficamos bravos, magoados e muitas vezes se a pessoa não pedir desculpas nós não perdoamos. Ai entra a segunda parte da história. Se compararmos o tamanho do sofrimento que Cristo sofreu por nós na cruz, por causa dos nossos pecados, com a ofensa do nosso irmão, não da nem para comparar. Cristo sofreu e se esvaziou até a ultima gota de sangue para nos salvar e nos justificar e no nosso caso a maioria das vezes, não passa de uma ofensa verbal.

Quando não perdoamos o próximo, estamos sendo ingratos igual ao primeiro servo. Fomos perdoados de uma grande dívida, mas quando alguém nos ofende de uma maneira absurdamente menor, nós consideramos a ofensa enorme e esquecemos a benevolência e a compaixão de Deus. Meus irmãos, quando não perdoamos o próximo, estamos sendo ingratos, e eu me incluo nisso. Quando não queremos perdoar estamos fazendo igual o primeiro servo, condenando o próximo até ele pedir perdão. Quantas vezes nós fazemos isso e nem sequer se passa na nossa cabeça a misericórdia e a compaixão que Deus teve para nos perdoar?

Meus irmãos meu apelo é que não sejamos ingratos para com Deus. Assim como aprendemos nessa parábola, “Ingratos não perdoam”. Então sempre quando alguém te ofender lembre-se: “Ingratos não perdoam, quem tem gratidão perdoa.” Por mais que seja difícil, não podemos esquecer o grande amor que Deus teve por nós e enviou Cristo para nos salvar.

Essa mensagem falou comigo também enquanto escrevia, porque eu também preciso ser menos “ingrato” e perdoar mais. Para terminar quero te lembrar mais uma vez: “Ingratos não perdoam”

Deus te Abençoe
Kendi Wakizaka

(Fonte: kendiwakizaka.blogspot.com)


Eu não consigo me perdoar

Você já ouviu alguém dizer isso? Ocasionalmente, ouço crentes dizerem que sabem que Deus os perdoou, mas que não conseguem perdoar a si mesmos. O que acontece quando dizemos que não conseguimos nos perdoar?

Em primeiro lugar, isso revela uma falta de compreensão ou percepção do evangelho.

Estamos dizendo que o que Jesus fez na cruz não foi o suficiente. Ah, a cruz foi suficiente para satisfazer a Deus e obter o Seu perdão, mas não foi o bastante para merecer o nosso próprio perdão. Isso sugere que temos um padrão mais elevado que o próprio Deus. Estamos dizendo que esperamos mais de nós mesmos do que Deus espera. É claro que nenhum crente diria conscientemente que tem um padrão mais alto que o de Deus, mas é isso que está implícito.

Em seguida, revela uma falta de entendimento da profundidade de nossa própria pecaminosidade.

Se não nos perdoarmos, isso quer dizer que nos consideramos melhores que somos para cair em pecado. Na verdade, achamos que somos bons demais e não devemos cair dessa maneira. É uma forma sutil de orgulho.

Na verdade, somos muito piores do que pensamos.

Isso é útil para me lembrar. Não importa o quão ruim eu pense que sou, eu sou pior ainda. Peco de maneiras que nem percebo. Falho em agradar a Deus de mil maneiras diferentes que nem me dou conta. Os pecados que tomo conhecimento são apenas a ponta do iceberg.

Isso não me deprime, entretanto. Conseguir um vislumbre do meu pecado faz com que o amor de Deus mostrado na cruz seja ainda mais surpreendente.

Deus, o Santo do universo, Aquele que é infinitamente mais santo do que podemos imaginar, perdoa cada uma de nossas faltas e pecados imundos quando nos voltamos para Jesus por causa da incrível, maravilhosa, poderosa redenção consumada na cruz. Ele salva aqueles que são piores do que eles mesmos podem imaginar.

Alegre-se! Você é pior do que você pensa que é. Mas há um Salvador que é maior do que pensamos.

Quando pecamos, ao invés de nos repreender por ter caído mais uma vez, ao invés de dizer ‘não posso acreditar que fiz tal coisa ou falhei novamente’, devemos primeiramente ser humildes, pois Deus em sua bondade nos permite ver mais uma vez nossa necessidade de um Salvador. Devemos, novamente, ir com coragem ao trono da graça para obter misericórdia e ajuda na hora da necessidade. E devemos louvar o nosso Pai pela incrível provisão de seu Filho para cobrir todos os nossos pecados e por sua impressionante paciência e tolerância conosco.

Então alegre-se! Você é pior do que você pensa que é.

Mas há um Salvador que é maior do que pensamos.


[Fonte: Iprodigo]


Perdão: atitude de FÉ

“O perdão não é um sentimento, é uma decisão e também uma atitude de fé.”

Já dissemos que o perdão não é por merecimento, logo, não tenho motivação alguma em minhas emoções a perdoar. Não me alegro por ter sido lesado, mas libero aquele que me lesou por uma decisão racional. Portanto, o perdão não flui espontaneamente, deve ser gerado no coração por levar em consideração aquilo que Deus fez por mim e sua ordem de perdoar. As conseqüências da falta de perdão também devem ser lembradas, para dar mais munição à razão do que à emoção.

É necessário crer que Deus é justo e que Ele não nos pede mais do que aquilo que podemos dar. Se Deus nos pediu que perdoássemos, Ele vai nos socorrer dispensando sua graça no momento em que tivermos uma atitude de perdão.

Muitas vezes o perdão precisa ser renovado. Depois de declarar alguém perdoado, o diabo, que não quer perder seu domínio, vai tentar renovar a ferida. Em Provérbios 17:9 as Escrituras Sagradas nos falam sobre encobrir a questão ou renová-la. É preciso tomar uma decisão de esquecer o que houve, e renovar somente o perdão. Cada vez que a dor tentar voltar, declare novamente seu perdão. Ore abençoando seu ofensor. Lute contra a mágoa!

Algo especial que vejo em Jesus na cruz é atitude de ver os ofensores como vítimas: “Contudo Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” Lucas 23:34.

Em vez de olhar para eles como quem merece punição e castigo, Jesus enxerga que eles também eram vítimas. Aqueles homens estavam em cegueira e ignorância espiritual, debaixo de influência maligna, sem nenhum discernimento de quem estavam de fato matando. Eram vítimas de todo um sistema que os afastou de Deus e da revelação das Escrituras. E ao reconhecer que ele é que eram vítimas, em vez de alimentar dó de si mesmo (como nós faríamos), Jesus teve compaixão deles.

Acredito que este é um princípio para o perdão fluir livremente. Assim como Jesus o fez, deixando exemplo, Estevão, o primeiro mártir do Cristianismo, também o fez: “Então, ajoelhando-se, clamou em alta voz: Senhor, não lhes imputes este pecado” Atos 7:60.

Quando você começa a enxergar as misérias da vida espiritual de seu ofensor (ao menos a que manifestou no momento de te ferir), e canaliza o amor de Deus por ele, como você também necessita do amor divino ao se achegar arrependido em busca de perdão, a coisa fica mais fácil.

 

[fonte: arquivo do jovensIMG@gmail.com]